SOMOS PAGÃOS?

A Máscara das Quatro Estações – Walter Crane

Não é nenhuma novidade que a palavra “pagão” foi retomada e ressignificada no contexto dos movimentos neopagãos que se originaram em meados do século XX. Da mesma maneira, foram retomadas e ressignificadas as palavras “bruxa” e “bruxaria”. Nos dias de hoje, porém, alguns segmentos, na tentativa de escapar ao contexto generalista neopagão, vêm tentando desvincular-se das terminologias “bruxaria” e “paganismo”. Continue lendo “SOMOS PAGÃOS?”

Dogma versus Fundamento

Ultimamente venho observando como algumas palavras que caem no vernáculo popular acabam se distanciando de seu sentido original para assumir outro, no mais das vezes muito diferentes. Um exemplo no qual bato bastante diz respeito à palavra “opinião”, que não é e nunca foi essa conclusão rasa, no mais das vezes sem base alguma, que a maior parte das pessoas assume como certa. Outro exemplo é a palavra “preconceito”, que de uma ideia pré-concebida, um conhecimento especulativo que todos nós possuímos sobre um ou outro assunto (afinal ninguém sabe tudo sobre tudo), muitas vezes assume o sentido de discriminação e até ofensa. Continue lendo “Dogma versus Fundamento”

PORQUE NOS DENOMINAMOS HELENOS “ÉTNICOS” E PORQUE, POR MOTIVOS DE DIREITO PRÓPRIO, NOSSA RELIGIÃO É CHAMADA DE “ÉTNICA”.

A premissa básica para o que se segue é que a Etnia[1] Helena tem continuidade histórica ininterrupta até os nossos dias, e que a história não é apenas diferente, mas completamente contrária à versão contada pelos respectivos conquistadores e tiranos, militares ou religiosos. Continue lendo “PORQUE NOS DENOMINAMOS HELENOS “ÉTNICOS” E PORQUE, POR MOTIVOS DE DIREITO PRÓPRIO, NOSSA RELIGIÃO É CHAMADA DE “ÉTNICA”.”